Quinta-feira, Março 22
Falando em felicidade..
Assim como a felicidade, essa música tem vários climas.. e várias motivações..
EU VÔ BATÊ PÁ TU
Acho que poucos aqui sabem, mas eu me matriculei dois meses atrás no Centro de Línguas da UFES, curso extensivo de francês. Básico I, claro. Tempo total do curso: quatro anos - dois do básico (I, II, III e IV), um do intermediário (I e II) e um do avançado (I e II). Depois, o período opcional de conversação, módulos de gramática etc. Enfim, a duração de um curso regular de graduação.
Não é mole, nem eu esperava que fosse. Fiz esta semana minhas duas primeiras avaliações: oral na segunda-feira e escrita na quarta. Acho que fui bem em ambas. São três avaliações por semestre, e a aprovação pro período seguinte se dá por nota e por freqüência. Como de costume.
Cada período é certificado, ou seja, o aluno requisita na secretaria um documento que oficializa o seu nível de aprendizado. O que importa muito pra quem pretende, por exemplo, tentar uma candidatura de pós ou de emprego lá fora. No caso do francês, por exemplo, com a exceção óbvia da Aliança Francesa, não há outra certificação com o mesmo peso por aqui.
Aos 45 anos, vocês podem imaginar que não deve ser mole rearranjar o cérebro pro aprendizado de uma língua, mesmo com a raiz latina em comum. Mas sou chato bagarai e não largo o osso facilmente, no que a UFES pode se preparar pra, salvo um problema gravíssimo, me aturar pelos próximos anos.
Pelas conversas que tive e pela pesquisa que fiz, pra quem quer estudar línguas vale muito a pena buscar esses cursos. Minha mãe, uma de minhas irmãs, minha afilhada e meia dúzia de pessoas conhecidas já fizeram o mesmo, e de um modo geral o saldo que me passaram foi bastante positivo.
Cada nível oferece uma dezena de alternativas de horário, da manhã à noite, e pra quem não pode ou não quer o estresse de emendar aula e trabalho durante os dias úteis, o centro oferece turmas aos sábados.
Sendo uma federal, o valor pago é obviamente subsidiado, pois vejamos: meu curso de francês possui uma semestralidade de 370,00, e creio que este valor seja o mesmo pros outros cursos. Somando a isso meu gasto com o material didático (um caderno de conteúdos - este valendo por um ano -, outro de exercícios e um dicionário), paguei por um semestre de aulas, sem qualquer outro custo, pouco menos de 500,00. O que dá menos de 100,00 mensais.
As inscrições só estão abertas duas vezes ao ano, no início de cada período letivo. É só ficar de olho no calendário acadêmico da UFES, via site oficial.
Por que estou falando tudo isto? Ora, eu sei que a turma aqui sabe da existência desses cursos, mas às vezes falta uma informação mais detalhada, uma lembrança ou uma referência de quem esteja cursando. E, se você já fala alguma coisa da língua, basta fazer o nivelamento pra achar a sua turma. Vai que só estivesse faltando uma pilha de alguém...
Eu, por exemplo, já tinha decidido estudar o francês assim que começasse 2012, e foi um papo com Luciano Cabelo (Queixada) que me alertou pro curso que a UFES oferecia. Luciano está no segundo ano desse curso.
Pra fechar, e não sei se interessa a alguém aqui, ainda há o bônus: muita, muita, mas muita gata circulando na área. Não é nada, não é nada, mas mesmo pra quem já tá com seu bode amarrado uma bela paisagem não faz mal nenhum, né?
Fica a dica de vosso brother aqui.
Abraços.
Não é mole, nem eu esperava que fosse. Fiz esta semana minhas duas primeiras avaliações: oral na segunda-feira e escrita na quarta. Acho que fui bem em ambas. São três avaliações por semestre, e a aprovação pro período seguinte se dá por nota e por freqüência. Como de costume.
Cada período é certificado, ou seja, o aluno requisita na secretaria um documento que oficializa o seu nível de aprendizado. O que importa muito pra quem pretende, por exemplo, tentar uma candidatura de pós ou de emprego lá fora. No caso do francês, por exemplo, com a exceção óbvia da Aliança Francesa, não há outra certificação com o mesmo peso por aqui.
Aos 45 anos, vocês podem imaginar que não deve ser mole rearranjar o cérebro pro aprendizado de uma língua, mesmo com a raiz latina em comum. Mas sou chato bagarai e não largo o osso facilmente, no que a UFES pode se preparar pra, salvo um problema gravíssimo, me aturar pelos próximos anos.
Pelas conversas que tive e pela pesquisa que fiz, pra quem quer estudar línguas vale muito a pena buscar esses cursos. Minha mãe, uma de minhas irmãs, minha afilhada e meia dúzia de pessoas conhecidas já fizeram o mesmo, e de um modo geral o saldo que me passaram foi bastante positivo.
Cada nível oferece uma dezena de alternativas de horário, da manhã à noite, e pra quem não pode ou não quer o estresse de emendar aula e trabalho durante os dias úteis, o centro oferece turmas aos sábados.
Sendo uma federal, o valor pago é obviamente subsidiado, pois vejamos: meu curso de francês possui uma semestralidade de 370,00, e creio que este valor seja o mesmo pros outros cursos. Somando a isso meu gasto com o material didático (um caderno de conteúdos - este valendo por um ano -, outro de exercícios e um dicionário), paguei por um semestre de aulas, sem qualquer outro custo, pouco menos de 500,00. O que dá menos de 100,00 mensais.
As inscrições só estão abertas duas vezes ao ano, no início de cada período letivo. É só ficar de olho no calendário acadêmico da UFES, via site oficial.
Por que estou falando tudo isto? Ora, eu sei que a turma aqui sabe da existência desses cursos, mas às vezes falta uma informação mais detalhada, uma lembrança ou uma referência de quem esteja cursando. E, se você já fala alguma coisa da língua, basta fazer o nivelamento pra achar a sua turma. Vai que só estivesse faltando uma pilha de alguém...
Eu, por exemplo, já tinha decidido estudar o francês assim que começasse 2012, e foi um papo com Luciano Cabelo (Queixada) que me alertou pro curso que a UFES oferecia. Luciano está no segundo ano desse curso.
Pra fechar, e não sei se interessa a alguém aqui, ainda há o bônus: muita, muita, mas muita gata circulando na área. Não é nada, não é nada, mas mesmo pra quem já tá com seu bode amarrado uma bela paisagem não faz mal nenhum, né?
Fica a dica de vosso brother aqui.
Abraços.
Quarta-feira, Março 21
LYNYRD SKYNYRD SABE DAS COISAS!
A letra desta magnífica música não é, mas poderia muito bem ter sido escrita para os Políticos locais, nacionais e internacionais e suas respectivas máfias da construção civil.
I'M A COUNTRY BOY
New York City is a thousand miles away
And if you ask me, I'll tell you that's OK
Now I'm not trying to put the big apple down
'Cause they don't need a man like me in town
I pick cotton down on the Dixie line
Work hard all day tryin' to make a dime
But that's allright, that's OK by me
'Cause that's the way that it was meant to be
Big city, hard times don't bother me
I'm a country boy, I'm as happy as I can be
I don't like smoke chokin' up my air
And some of those city folks well they don't care
I don't like cars buzzing around
I don't even want a piece of concrete in my town
I like sunshine, fresh clean air
Makes me feel like you wouldn't care but
that's all right, each to his own
But one smell from the city
And this country boy is gone
Big city, hard times don't bother me
I'm a country boy, I'm as happy as I can be
Well, I don't want to even read about it
Let me tell you something, let me tell you true
What's right for me might not be right for you
Well, you live your way, I'll live mine
And I hope that your happy all the time
I pick cotton down on the Dixie line
Work hard all day tryin' to make a dime
But that's all right, that's OK by me
'Cause that's the way that it was supposed to be
Big city, hard times never bother me
I'm a country boy, I'm as happy as I can be
Let me tell ya, ... I said
Big city, hard times never bother me
I'm a country boy, I'm as happy as I can be
Ooh, that's my way, baby
I don't want you to even tell me about the big city
I don't want to read about it...
I'M A COUNTRY BOY
New York City is a thousand miles away
And if you ask me, I'll tell you that's OK
Now I'm not trying to put the big apple down
'Cause they don't need a man like me in town
I pick cotton down on the Dixie line
Work hard all day tryin' to make a dime
But that's allright, that's OK by me
'Cause that's the way that it was meant to be
Big city, hard times don't bother me
I'm a country boy, I'm as happy as I can be
I don't like smoke chokin' up my air
And some of those city folks well they don't care
I don't like cars buzzing around
I don't even want a piece of concrete in my town
I like sunshine, fresh clean air
Makes me feel like you wouldn't care but
that's all right, each to his own
But one smell from the city
And this country boy is gone
Big city, hard times don't bother me
I'm a country boy, I'm as happy as I can be
Well, I don't want to even read about it
Let me tell you something, let me tell you true
What's right for me might not be right for you
Well, you live your way, I'll live mine
And I hope that your happy all the time
I pick cotton down on the Dixie line
Work hard all day tryin' to make a dime
But that's all right, that's OK by me
'Cause that's the way that it was supposed to be
Big city, hard times never bother me
I'm a country boy, I'm as happy as I can be
Let me tell ya, ... I said
Big city, hard times never bother me
I'm a country boy, I'm as happy as I can be
Ooh, that's my way, baby
I don't want you to even tell me about the big city
I don't want to read about it...
ACACHAPANTE
Uma compilação de campanhas da TAC australiana (Transport Accident Commision) que, nos últimos anos, ajudaram a reduzir drasticamente as mortes no trânsito daquele país.
Fortíssima, misturando cenas reais e dramatização. Uma assim no Brasil, em horário nobre, seria um choque de realidade inédito.
Assistam até o fim. Apesar da pancada, vale a pena.
Pra pensarmos, todos, a respeito.
Terça-feira, Março 20
WISH YOU WERE HERE.

ir.mão
sm (lat germanu) 1 Filho do mesmo pai e da mesma mãe, ou só do mesmo pai ou só da mesma mãe. 2 Cada um dos membros duma confraria. 3 Frade que não exercia cargos superiores. 4 Membro da maçonaria. 5 Amigo inseparável…
Crescemos, brincamos, partimos, voltamos, amamos, sofremos, sorrimos, choramos, vencemos, perdemos, curtimos, criamos, cantamos, estudamos, viajamos, formamos, casamos, batizamos e celebramos. Foi pouco tempo, mas deu para fazer muita coisa.
10 anos se se passaram num piscar de olhos, a saudade é do tamanho de um Grand Canyon, mas carrego comigo a certeza de que estamos sempre juntos. Os planos astrais mudaram, mas o sentimento segue inalterado e inabalado.
Eu te amo, brou.
Segunda-feira, Março 19
O MOMENTO EM QUE UMA CRIANÇA DE 2 ANOS E 8 MESES DEMONSTROU MAIS LUCIDEZ E HONESTIDADE QUE TODOS OS PREFEITOS DE VITÓRIA NOS ÚLTIMOS 30 ANOS SOMADOS
"Outrora, se bem me lembro, minha vida era um festim onde se abriam todos os corações, onde corriam todos os vinhos.
Uma noite, sentei a Beleza em meus joelhos. — E encontrei-a amarga. — E insultei-a.
Armei-me contra a justiça.
Fugi. Ó feiticeiras. ó miséria, ó ódio, a vós é que foi confiado o meu tesouro!
Tudo fiz para que se desvanecesse em meu espírito a esperança humana. Como um animal feroz, investi cegamente contra a alegria para estrangulá-la."
Rimbaud - Uma Estação no Inferno
Domingo fim de tarde saí da casa de minha irmã no carro dela; íamos eu, ela, meu cunhado na direção e minha afilhada no banquinho que lhe cabe.
Ela, minha sobrinha, vai aprendendo aos poucos, com os pais, a nominar-nomear o que vê ao passear de carro. O aprendizado de uma criança, vocês sabem como funciona.
Pois então: ao sairmos de casa, sem nenhum estímulo nosso, ela começou a olhar a paisagem e a falar: prédio, prédio, prédio, prédio, prédio, prédio, prédio, prédio, prédio, prédio, prédio, prédio, prédio, prédio, prédio, prédio, prédio, prédio, prédio... E assim foi por pouco mais de um minuto.
Vejam bem: não demos corda nem nada. Foi absolutamente espontâneo. E falo da Praia de Santa Helena, que (ainda) está longe de ser uma PC, um JP, uma Mata da Praia ou um JC.
Uma criança de 2 anos e 8 meses resumiu o que está sendo feito de Vitória.
Um mar de prédios, alguns deles espigões de vinte andares e mais. Como o Kalunga bem disse, a construção civil e sua máfia agradecem a todos os prefeitos da capital nas últimas três décadas. E que candidato com real pretensão de vitória vai afrontar essa turma, a mesma que financia campanhas milionárias e garante a gruja da corja?
Quando não pudermos mais avistar o horizonte, com a exceção da beira-mar, teremos todos a nossa obra pronta?
Progresso?
Bem, vai ver que Paris, pra ficar só nesse exemplo, é uma cidadezinha atrasada e provinciana, não é? Basta dar uma olhada em qualquer foto aérea desta cidade pra entender o que digo.
Que todas as casas sejam derrubadas, que os apartamentos com cinco vagas de garagem continuem a se multiplicar - estamos na vanguarda.
Na vanguarda do atraso.
Mas NY, Caio, não é cheia de arranha-céus? Sim, a ilha central é - mas essa é uma vocação da cidade, a sua identidade, e dela a metrópole tira o que entrega a seus cidadãos: uma baita compensação em serviços, produtos e ofertas culturais e de lazer. Lembra Vitória? Não, não é?
Pois é.
Quando vão surgir por aqui os edifícios de 40 andares? Tá demorando, porra!
Uma noite, sentei a Beleza em meus joelhos. — E encontrei-a amarga. — E insultei-a.
Armei-me contra a justiça.
Fugi. Ó feiticeiras. ó miséria, ó ódio, a vós é que foi confiado o meu tesouro!
Tudo fiz para que se desvanecesse em meu espírito a esperança humana. Como um animal feroz, investi cegamente contra a alegria para estrangulá-la."
Rimbaud - Uma Estação no Inferno
Domingo fim de tarde saí da casa de minha irmã no carro dela; íamos eu, ela, meu cunhado na direção e minha afilhada no banquinho que lhe cabe.
Ela, minha sobrinha, vai aprendendo aos poucos, com os pais, a nominar-nomear o que vê ao passear de carro. O aprendizado de uma criança, vocês sabem como funciona.
Pois então: ao sairmos de casa, sem nenhum estímulo nosso, ela começou a olhar a paisagem e a falar: prédio, prédio, prédio, prédio, prédio, prédio, prédio, prédio, prédio, prédio, prédio, prédio, prédio, prédio, prédio, prédio, prédio, prédio, prédio... E assim foi por pouco mais de um minuto.
Vejam bem: não demos corda nem nada. Foi absolutamente espontâneo. E falo da Praia de Santa Helena, que (ainda) está longe de ser uma PC, um JP, uma Mata da Praia ou um JC.
Uma criança de 2 anos e 8 meses resumiu o que está sendo feito de Vitória.
Um mar de prédios, alguns deles espigões de vinte andares e mais. Como o Kalunga bem disse, a construção civil e sua máfia agradecem a todos os prefeitos da capital nas últimas três décadas. E que candidato com real pretensão de vitória vai afrontar essa turma, a mesma que financia campanhas milionárias e garante a gruja da corja?
Quando não pudermos mais avistar o horizonte, com a exceção da beira-mar, teremos todos a nossa obra pronta?
Progresso?
Bem, vai ver que Paris, pra ficar só nesse exemplo, é uma cidadezinha atrasada e provinciana, não é? Basta dar uma olhada em qualquer foto aérea desta cidade pra entender o que digo.
Que todas as casas sejam derrubadas, que os apartamentos com cinco vagas de garagem continuem a se multiplicar - estamos na vanguarda.
Na vanguarda do atraso.
Mas NY, Caio, não é cheia de arranha-céus? Sim, a ilha central é - mas essa é uma vocação da cidade, a sua identidade, e dela a metrópole tira o que entrega a seus cidadãos: uma baita compensação em serviços, produtos e ofertas culturais e de lazer. Lembra Vitória? Não, não é?
Pois é.
Quando vão surgir por aqui os edifícios de 40 andares? Tá demorando, porra!
Domingo, Março 18
. Coas terva Barthira .
. Coas terva Barthira .
Rouvina arcara cur nevice poedrae surfularias ous vintera mutantis aux respela. Barthira uündzga quet pe anter arcara, soe... Combinae.
Auris autaz, auv aucurie, portzes resmtiae acqüi puria è. Barthira taus labri, tere ehle ud voch labriae qüirte ambulis. Teratas estiravia puram insognatalis è pudcas virina ud castam vite amplas.
Conferi, vulti, arnas conferi... vir led.
ESTRELA
Uma palhinha: os republicanos que tratem de tentar vencer em outros campos.
Porque, a depender de carisma, presença, jogo de cintura, sorrisão e estampa Obama já tá reeleito.
O cara, nesses campos, não é coquinho não. Imbatível, hoje.
Porque, a depender de carisma, presença, jogo de cintura, sorrisão e estampa Obama já tá reeleito.
O cara, nesses campos, não é coquinho não. Imbatível, hoje.
Sábado, Março 17
. O Tempo Libertou .
. O Tempo Libertou .
Meus olhos não são mais apenas meus quando flutuam neles as barcas que o tempo libertou. E se choro pela lágrima que me habita feito sangue que corre, sangra mais alguém, muitos mais, por aquilo que o tempo libertou; enfiados grito, popa e calado num mesmo barco para a palma do espetáculo não se perturbar, afinando até para a vaia que possa existir naquilo que o tempo libertou. Porque há uma atuação, veja, e não é difícil convencer os outros que a peça nasceu deles, pois de toda resposta nasce um novo palco querendo quem o percorra; não se persegue onde se avança: alguém aparece, alguém some. Guerrilhas e palcos cobram o mesmo ingresso. E meus olhos não são apenas meus – espero que não – quando a vista ajunta o leito e o rio no mesmo curso que o tempo libertou.
ST. PATRICK'S DAY!!
Meu Deus, como eu preciso ver um show destes caras!!!
Bora tomar uma Guinness na casa do cervejeiro hoje de tardinha?
Bora tomar uma Guinness na casa do cervejeiro hoje de tardinha?
Sexta-feira, Março 16
Pro Paulim chorar de raiva
http://www.retronaut.co/2011/05/the-disappearing-face-of-new-york/
NY City em fim dos anos 70 - 100% Taxi Driver
http://www.retronaut.co/2012/03/new-york-1978-1980/
NY City em fim dos anos 70 - 100% Taxi Driver
http://www.retronaut.co/2012/03/new-york-1978-1980/
Li uma matéria bem longa e interessante na Piauí deste mês que fala da derrota do Santos pro Barça.
Mas vai muito além, destrinchando o futebol brasileiro como um todo. vale a pena a lida.
http://revistapiaui.estadao.com.br/edicao-66/questoes-ludopedicas/depois-do-4-x-0
Mas vai muito além, destrinchando o futebol brasileiro como um todo. vale a pena a lida.
http://revistapiaui.estadao.com.br/edicao-66/questoes-ludopedicas/depois-do-4-x-0
. Discoteque . Parte II - Lacaio
Simone, Mônica e Ane. Se Led lembra ainda hoje, boto toda a fé do mundo. Cruzei com uma delas em algum momento desses trinta anos atrás? Vai saber.
Nossa discoteca começava, lembra?, na casa de um amigo, amiga ou em nossa praia mesmo: a festinha americana em que se levava uma caixa d´água de fanta laranja, coca-cola e algumas garrafas quase contrabandeadas de vodka e afins - como se os pais, quaisquer pais, os donos da casa, não soubessem. Eles sabiam, acreditavam, confiavam e as coisas costumavam dar certo. Dar certo como algo bom, pra cima, no astral melhor possível. Outros tempos.
Sei o que é isso. Lustrávamos nossa cara com a cara-de-pau de nossos 14-15-16 anos e íamos à luta inglória das matinês de sábado ou domingo. Muita Black Horse a partir das 4 da tarde, o salto do ônibus dois pontos antes da boate pra comprarmos nosso maço de Hollywood (padaria Pão Gostoso, Reta da Penha) - fumávamos, e todos fumavam muito, a pista de dança numa mistura de gelo seco e tabaco. Éramos jovens, bobos, indestrutíveis e plenos de promessas. Quantas delas foram concretizadas? Ainda hoje não sei fazer tal conta.
Tive minhas Anes, Simones e Mônicas com suas coxas brancas e suas saias impetuosamente um palmo acima dos joelhos, os olhares despretensiosamente marotos que elas, a cada 2 ou 3 minutos, dispensavam em nossa direção.
Depois, feito o saldo da tarde-noite, cruzávamos a cidade para a noite de domingo que antecedia a manhã escolar.
Lembra? Era quase como se o relógio, servo do tempo, não contasse. Contava, e só hoje a consciência disso dói e cala fundo. Mas, neste mesmo fundo, calam também Anes, Simones, Mônicas, maços de cigarro, estroboscópios, adolescências e todos os juramentos que fizemos uns aos outros e a nós mesmos.
Valeu cada segundo.
Não valeu?
Quinta-feira, Março 15
. Discoteque .
. Discoteque .
Aquela noite iria valer as notas perdidas para os ensaios de passos em vez de estudo na casa das irmãs ruivas, sardentas e tão boas de dança e outras artes que só citar o sobrenome não faria delas as Simone e Mônica* que ardiam e choravam numa pista de dança como um Sol lindo e morrendo; porque seus corpos eram de uma nitidez acobreada que faria arcos-íris chegarem nelas, e havia lágrima, havia adeus com saudade no modo como elas abraçavam a música, era um sacrifício sensual, a amplitude maior da sedução, Simone e Mônica eram a carne que toda alma quer, onde todo caronista se julga condutor e acaba se perdendo, eram a desgraça mais querida do mundo.
Ane, para quem não existiam noites que não fossem direto para o bocejar de manhãs sem interesse, cruzou suas pernas desengonçadas no campo de visão das *Irmãs Discoteque. Entre a vontade e o projeto havia as pernas – not bad at all – de Ane, branquinhas feito porcelana que mesmo tímida acaba vitrine, que se deixou seduzir como um deserto de sal que se guarda mar, que toda aquela secura precisava mesmo suar o cacto que se tem sem o toque, pois Ane foi tocada e por ser apaixonada costurou-se à dança com seus espinhos febris para respirar e renascer; e colocaram umas sandálias altas naqueles pés bonitos que trariam Cristo dançando da cruz, e se foram. Simone, Mônica e Ane foram para a discoteque. E brilharam...
A pergunta é: isso não podia ter sido filmado ontem?
Mais um dos zilhares de vídeos documentais chocantes que os norte-americanos possuem. O Brasil de 57 anos atrás nítido, vivo e vibrante como se o filme tivesse sido feito ontem.
Mesmerizante.
Quarta-feira, Março 14
ADMIRÁVEL MUNDO NOVO
Não vou me alongar muito. Agora querem proibir o consumo de bebidas alcoólicas em lugares públicos de Sampa. Proposta de um celerado da câmara. Não deve passar, mas já apresentaram algo semelhante em Recife. Açúcar, cigarro, álcool, gordura etc etc etc. Eu digo aqui faz anos: quem aplaude o cerco estúpido ao cigarro, muito além do bom senso, pode esperar que a sua fonte de prazer também será alvo dessa gente hipócrita.
Graças aos deuses, graças mesmo, estarei bem morto quando essa caretice toda dominar tudo. Isto porque estou sendo otimista, achando que ainda teremos alguns anos pela frente.
Azar de quem ficar por aqui.
Vamos todos aplaudir o cerco estúpido ao cigarro. No dos outros é refresco. Mas já já o de todo mundo estará na reta.
Nojo mortal dessa gente.
Graças aos deuses, graças mesmo, estarei bem morto quando essa caretice toda dominar tudo. Isto porque estou sendo otimista, achando que ainda teremos alguns anos pela frente.
Azar de quem ficar por aqui.
Vamos todos aplaudir o cerco estúpido ao cigarro. No dos outros é refresco. Mas já já o de todo mundo estará na reta.
Nojo mortal dessa gente.
Havia um bigode no rock
Uma terça-feira com El Bigodon, ou seria Ligeirinho? Cheech? Versão chicana do Fred Mercury???
Cabrones!!
Terrorista talebã encontra narcotrafica chicano na Lama
Princesa Leia também estava no rock, direto dos estúdios de Star Wars
Lemmy pensou seriamente em aderir ao visual de 'el bigodon'
Mais cenas de uma terça meio insana...
Cabrones!!
Terrorista talebã encontra narcotrafica chicano na Lama
Princesa Leia também estava no rock, direto dos estúdios de Star Wars
Lemmy pensou seriamente em aderir ao visual de 'el bigodon'
Mais cenas de uma terça meio insana...
VCMG – Ssss (2012)
*Projeto de Vince Clarke e Martin Gore do Depeche Mode
Tracklist:
01 – Lowly
02 – Zaat
03 – Spock
04 – Windup Robot
05 – Bendy Bass
06 – Single Blip
07 – Skip This Track
08 – Aftermaths
09 – Recycle
10 – Flux
http://uploaded.to/file/yxkx3c2b
vai que o kalunga gosta.
*Projeto de Vince Clarke e Martin Gore do Depeche Mode
Tracklist:
01 – Lowly
02 – Zaat
03 – Spock
04 – Windup Robot
05 – Bendy Bass
06 – Single Blip
07 – Skip This Track
08 – Aftermaths
09 – Recycle
10 – Flux
http://uploaded.to/file/yxkx3c2b
vai que o kalunga gosta.
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