Sexta-feira, Novembro 6

"NÉ, Ô BABACA?!"

UM CLÁSSICO

CHURRASCO DIA 14




















Conforme prometido, confirmo aqui o esquema do churrasco semana que vem, dia 14:

Cada um traz uma parte da carne que será consumida. Pensem que o salão de festas está reservado de meio-dia às 22h, portanto seria interessante uma quantidade razoável. Como Buaiz e Tco são os churrasqueiros oficiais desta galera e entendem bem do assunto, eles próprios vão comentar aqui suas sugestões sobre quem traz o quê, de quantidade à qualidade. Obviamente tragam a cerva também. Qualquer coisa, tem o Carone ali perto pra sanar emergências. Preferi este esquema do que cobrar uma parte em $$ de cada um, pois confio no bom senso de vocês.

Eu cuido das guarnições: arroz, vinagrete, feijão tropeiro e carvão (quem quiser comer carvão, tá limpo...). Eu sugiro às namoradas/esposas ou meninas no geral trazerem algo pras sobremesa, pode ser qualquer coisa que tá valendo.

Nomes confirmados da galera aqui até o momento (me lembrem se esqueci alguém):

Caio
Carol
Paulim
Thaiz
Tco
Nana
J3
Brunella
Queixada

e mais alguns (uns três ou quatro) que ainda não confirmaram e também meus cunhados e um casal amigo da Cynthia. Eu poderia chamar muito mais gente, mas não é nenhum aniversário e também não estou montado na grana. Isto fica pro meu aniversário do ano que vem, com barril de chope heineken e o caralho a quatro.

No mais,

até sábado!

Quinta-feira, Novembro 5


O futuro mestre


Frank Aguiar, o cantor (?!), concluiu o bacharelado em Direito e está cursando o seu Mestrado na área de humanas. Deve terminá-lo, segundo o próprio, em breve.

O Brasil é o país em que um Frank Aguiar (que mal sabe juntar duas palavras com coerência) atinge tal nível acadêmico.

Por essa e por outras penso dez vezes antes de decidir voltar à sala de aula.

Aí Broth"a"r... Violentamente Pacífico

Se Liga....
valeu César "Jungleman" Ivan!!!

Terça-feira, Novembro 3

HÉLIO COSTA, O FANTÁSTICO NOS ANOS 70 E OS TRAUMAS INFANTIS




Quem foi moleque (de 7 anos pra cima) na segunda metade dos anos 70 no Brasil tira de letra qualquer filme de terror, por mais cascudo que venha a ser.

Porque havia o Hélio Costa.

E havia a Rede Globo.

E havia o Fantástico.

E havia a noite tenebrosa de domingo.


Hélio Costa saía da escuridão de um beco londrino pra tratar de Jack, o estripador (daí não fazer nenhum sentido aquela frase: "Vamos por partes, como diria Jack." - o cara estripava, não esquartejava).

Hélio Costa partia pra Israel e acompanhava o paranormal Uri Geller entortando colheres, garfos, pernas mecânicas e carcaças de aviões.

Hélio Costa entrevistava cientistas russos escabrosos, que ficavam acabrunhados com a sua presença.

Hélio Costa visitava cemitérios nazistas e nos fazia pensar o que ele não teria feito pelos Aliados na Segunda Guerra.

E milhões de crianças Brasil afora e adentro, entre o pânico e a fascinação, acompanhavam lá pelas dez da noite nosso assustador anti-herói em suas macabras excursões por este vasto mundo.

Mães ameaçacam filhos levados (ainda não existia a hiperatividade) com doses regulares de Hélio Costa:

"Se você não comer tudo, te boto pra ver o Hélio Costa sozinho no seu quarto."

"Olha, seu pai conhece um amigo de um amigo dele que conhece o Hélio Costa, e se você não se comportar ele vai trazê-lo aqui."

"Se você falar outro palavrão pra sua irmã boto uma foto do Hélio Costa na cabeceira da tua cama."


E Hélio Costa fazia a paz reinar soberana nos lares brasileiros.

Algumas dessas crianças cresceram respeitadoras e respeitáveis, outras enlouqueceram aos pouquinhos, outras ainda votaram no Lula e outras tantas seriaram killermente seus semelhantes.


"Costa. Hélio Costa. Seu criado."

YES, WE CAN!

E TAMU AÍ!



Domingo, Novembro 1




Li a respeito dessa biografia em quadrinhos na última coluna do Ivan Lessa. A graphic novel "Johnny Cash: I See a Darkness" pelo jeito já foi lançada por aqui, este mês.

Paulinho, agora é com você... hehehe

Sábado, Outubro 31



FOG EM IPANEMA

Jaguar


Pela terceira noite consecutiva minha insônia começou às três e trinta e três (joguei no jacaré, 333, deu elefante, 444, na cabeça). Fui até a janela, era a minha última madrugada em Ipanema, o caminhão da mudança estava marcado para o meio dia.

No breu da noite não dava para ver as ilhas Cagarras mas a draga da Cedae, ancorada pouco além da rebentação, foi um alumbramento, expressão usada, que eu saiba, pela primeira e última vez por Manuel Bandeira ("Um dia eu vi uma moça nuinha no banho/Fiquei parado o coração batendo/Ela se riu/Foi o meu primeiro alumbramento"). Durante o dia a draga é uma embarcação de triste figura, fazendo literalmente um trabalho de merda, consertando o emissário submarino que arrebentou. Mas na escuridão, com todas as luzes acesas, era tão deslumbrante quanto a cena do transatlântico em Amacord, de Fellini.

Pobre carioca, sem poder aproveitar a única coisa que ainda tem de graça. Não que banho de mar me faça falta. Ainda me lembro de quando havia mais água que coliformes fecais no mar, antigamente verde-azulado e hoje mais para o marron-cocô.

Naquele tempo havia tatuís em Ipanema. O pessoal catava na areia os tatuís que depois da praia eram comidos com arroz no apartamento do Hugo Bidet. O gosto era horrível, mas tudo era festa.

Minhas fontes no quiosque Quase Nove me informaram que não tem mais tatuís em Ipanema. As dunas do Píer onde os baianos quando novos iam chegando e puxando o seu fuminho também não tem mais. Nem as empadas do Mau Cheiro, junto ao ponto final do Camões, o 12 - Central - G.Osório - , daí a Leila Diniz chamar a praça de Gosório. Nem o Jangadeiro, quando era na Visconde de Pirajá, com o Cabeça gritando "caldereta" para o cara que tirava o chope. Nem aquelas minhoquinhas que picavam as bundas esplendorosas das moças, nem a rua Montenegro, que virou Vinícius de Moraes (guardei a placa), nem Leila, nem o barbado. O que me sobrou daquela Ipanema embaçada num fog etílico foi a placa da rua Montenegro pregada na parede doutro apartamento, noutro bairro. E que agora está pregada numa árvore numa rua de terra em Itaipava. Amanhã saio de Ipanema para sempre e vou morar na ilha do Leblon.

Sexta-feira, Outubro 30

A BARBÁRIE

Justificar os atos cometidos pelos visigodos e hunos que cercaram, ofenderam e ameaçaram de estupro e pancadas a menina que foi à faculdade de vestido curto em São Bernardo é das mais rematadas cafajestagens que desde sempre assolam este Brasilzinho. Coisa de gente que exercita a sua ética ao sabor do comprimento dos panos alheios. Se algo havia de inadequado nos trajes da menina, que o meio acadêmico, pelas regras estatutárias, providenciasse a advertência cabível. O resto é a inaceitável violência dos bárbaros, da turba animalesca, da covardia do coletivo. Imagino um galalau de 1,90m e 100kg atravessando os mesmos corredores com suas bermudas apertadas e camiseta cavadíssima. Por machismo e falta de coragem (não necessariamente nesta ordem), mui provavelmente nada aconteceria.

Mas não me surpreende nadica de nada o ocorrido. Meus anos recentes de faculdades e escolas me mostraram a Besta formada pelo corpo de alunos, um corpo mais e mais regido pelos instintos mais primitivos.

E vamos que vamos, ninguém segura este país.

YES, WE CAN!!!!



Um marinheiro me contou
Que a boa brisa lhe soprou
Que vem aí bom tempo
O pescador me confirmou
Que o passarinho lhe cantou
Que vem aí bom tempo

Do duro toda semana
Senão pergunte à Joana
Que não me deixa mentir
Mas, finalmente é domingo
Naturalmente, me vingo
Eu vou me espalhar por aí

No compasso do samba
Eu disfarço o cansaço
Joana debaixo do braço
Carregadinha de amor
Vou que vou
Pela estrada que dá numa praia dourada
Que dá num tal de fazer nada
Como a natureza mandou

Vou
Satisfeito, a alegria batendo no peito
O radinho contando direito
A vitória do meu tricolor

Vou que vou
Lá no alto
O sol quente me leva num salto
Pro lado contrário do asfalto
Pro lado contrário da dor

Um marinheiro me contou
Que a boa brisa lhe soprou
Que vem aí bom tempo
Um pescador me confirmou
Que um passarinho lhe cantou
Que vem aí bom tempo
Ando cansado da lida
Preocupada, corrida, surrada, batida
Dos dias meus
Mas uma vez na vida
Eu vou viver a vida
Que eu pedi a Deus


Bom Tempo, Chico Buarque

Quinta-feira, Outubro 29

Buenos Aires tem mais livrarias que o Brasil. Sim, só Buenos Aires.

E Lisboa também. Sim, só Lisboa.

Não vou nem citar (já citando) Paris, Londres e NY.

É.

"O passado é um lugar mais agradável onde se viver.

Além do importante fato de ele nunca ter existido. A gente vai e escolhe o passado que nos parecer mais interessante.

Nem tem que passar na caixa para pagar nem nada. O passado é de graça e nele vale tudo.

Como eu vivo no passado, gasto pouco, embora meu papo seja meio sobre o chato para quem der o azar de me pegar discursando sobre os egrégios “bons tempos”, “aqueles dias que não voltam mais”, “na minha época era bem melhor” e outros lugares-comuns sofridos por qualquer pessoa que já deu uma bobeada e se sentou ao lado de um passadista.

“Os passadistas já eram”, pensam ou dizem elas, mal se dando conta do razoável jogo de palavras em que se embrenharam descuidados, jovens e inexperientes que são.

(...)

O fato nu e cru, como é hábito de nossos fatos se vestirem, é que não só não temos memória, como reza o lendário popular, como nada ligamos para aquilo que se passa agorinha mesmo na nossa frente, já, nesse instante, e que logo, logo se transformará em memória quando então… Pois é, somos circulares."



Ivan Lessa, 16 de outubro de 2009, Londres

Uma noite qualquer...

Quarta-feira, Outubro 28

note:

don´t mess with poetry
you´ll get revenge.

DOENTIO, PODRE, AGRESSIVO, ESCROTO E BOM PRA CARALHO


Saquem o que disse o crítico Martin Robinson (New Musical Express):

“Estamos sob ataque. Um incrível massacre de barulho. O som de mísseis, helicópteros, bombardeios: bum bum bum. Luzes estroboscópicas nos desorientam, o cheiro da fumaça e da adrenalina enchem nossos narizes, gritos infernais por toda parte. Homens de peito nu se sacodem em todas as direções e mulheres se contorcem como se possuídas.

(...)

É gloriosamente diabólico e os três xamãs no centro deste pandemônio tem o visual de cães do inferno se alimentando de boa carne cristã.”


Matéria sobre o show do Prodigy na Arena Internacional de Cardiff, no País de Gales, no dia cinco de abril deste ano.

E pelo que li do show dos caras no Rio, a parada foi igualmente sinistra.

CRUZ CREDO!!!!

Terça-feira, Outubro 27

MUNDO, VASTO MUNDO. MADRUGADA, TU QUE NÃO TERMINAS! AVE!



“Para os garotos mais espertos de duas gerações, Mad foi uma revelação.

Foi o primeiro lugar a nos dizer que os brinquedos que nos eram vendidos eram lixo, que nossos professores eram ignorantes, nossos governantes tolos, nossos líderes religiosos hipócritas, e até nossos pais estavam nos mentindo sobre quase tudo… essa geração cresceu e nos deu a revolução sexual, o movimento ambientalista, o movimento pacifista, liberdade na expressão artística e um monte de outras coisas boas. Coincidência? Você julga.”


Brian Siano, crítico norte-americano


“Mad foi a minha bíblia e da minha geração toda”.

Terry Gilliam, fundador do Monty Python


Mad foi igualmente a minha bíblia nos anos 70 e primeira metade dos 80, certamente a revista que mais me influenciou (no sentido de que abriu a minha cabeça pr´uma porrada de coisas que eu sequer suspeitava existir), a porta de entrada de um mundo bizarro, sacana, iconoclasta, malandro, culto e violento e calcado nas marteladas contínuas no establishment, qualquer establishment - até mesmo naquele que a própria revista iria representar em poucos anos.

Exigia referências pesadas em literatura, cinema, música, artes plásticas, teatro e o escambau, coisa que um garoto não-prodígio de 11/12 anos como eu não tinha, mas aí tava o desafio lançado, o de não se acomodar com a perspectiva pequeno-burguesa bundona alardeada pela mídia de massa. Duvidar sempre, contestar sempre, nunca levar tudo sempre a sério, desconfiar sempre que aquele glacê que te enfiam na cara esconde alguma coisa amarga são algumas das coisinhas bem sacadas que você podia tirar dali. E que você se vê sempre esquecendo na primeira pilantragem que compra como verdade.

SNL, TV Pirata, Robert Crumb, Teatro Besteirol, Woody Allen e mais um monte de gente devem os bagos aos caras que botaram a MAD de pé.

Caaaaann youuu dig it?

Segunda-feira, Outubro 26



Pra quem ainda não viu, e como falei do Flavio Migliaccio logo ali, a parte um do fantástico filme do Domingos...

Que lança a questão fundamental aos homens daquele e de qualquer tempo.

Vejam até o fim e saquem do que se trata...

MEU MUNDO ESTÁ ACABANDO



Dirce Migliaccio (1933-2009)


Ela morreu faz pouco mais de um mês, mas só agora resolvi escrever a respeito. Foi, sem dúvida, uma das figuras televisivas mais fortes de minha infância, pois viveu a primeira Emília do "Sítio" da Globo, uma das irmãs Cajazeiras da novela e da série "O Bem Amado" e "Pluft, o fantasminha" ("Mãe, gente existe?").

E era ainda irmã do igualmente grande Flavio Migliaccio.

Vontade de chorar agora e desde aquele dia.

Gratidão eterna, Dirce.

Domingo, Outubro 25

Churrasco e ZZ Top














O fatídico churrasco aqui no meu prédio está 100% confirmado para o dia 14 de novembro, um sábado, a partir do meio-dia. Só mudou o esquema, que antes era buffet com um valor fixo por pessoa, mas que não foi possível realizar por ter um número mínimo para manter o preço. Portanto, cada um por favor traga sua cerveja e algo de carne, linguiça, pão de alho ou o que for. Eu vou botar na roda arroz, vinagrete e feijão tropeiro, blz?

Vão postando aí seus nomes no comentário para eu ir fazendo a lista. Pode se incluir na lista até um dia antes, mas eu realmente preciso da lista por causa das burocracias de condomínio e também para calcular a quantidade de arroz e etc.

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ZZ TOP NO RIO DIA 12 DE DEZEMBRO, SÁBADO: EU VOU!

Tanto é verdade que eu vou mesmo nessa bagaça que já estou pra comprar as passagens aéreas assim que liberarem a venda dos ingressos (eu só acredito que o show vá rolar se começarem a vender). Na Gol eu encontrei o melhor esquema, basicamente este:

Ida: dia 11, sexta, às 19h20 ou 20h30 - R$ 89,00
Volta: dia 13, domingo, 14h40, 17h40 ou 18h40 - R$ 89,00


Lugar pra ficar: já que não vai ser desta vez que eu vou fazer um rock Manoel Carlos hospedado com o Taylor no Leblon, sugiro rachar um quarto duplo (ou triplo) nestes hotéis tipo Ibis, Formule 1 e tal (ver os mais próximos do local do show), cujas diárias (seriam duas) não dariam mais de 100 reais pra cada.

Vamos nos esquematizando...

Sábado, Outubro 24

AGORA SIM, JOSS STONE!!!

A coluna Gente Boa d’O Globo de ontem noticiou que a excelente cantora britânica de R&B Joss Stone fará um show na HSBC Arena no dia 21 de Novembro. O show faz parte da tour de lançamento de seu novo álbum “Colour me Free”.
Os ingressos começam a ser vendidos exclusivamente no dia 27 de outubro para clientes portadores de cartões HSBC/ Mastercard, e no dia 03 de novembro para o público em geral.
Veja os valores do ingresso e locais de venda abaixo:
Setores disponíveis e valores dos ingressos
Pista Premier – R$ 290 / R$ 145
Pista – R$ 190 / R$ 95
Cadeira Nível 1 – R$ 140 / R$ 70
Cadeira Nível 3 – R$ 70 / R$ 35
Vendas pelo site www.ingresso.com

tem lugar pra ficar aqui no meu quarto, a COVA DA ONÇA.
heheheheh

RIO 2016

Os traficantes do Rio estão dando um choque de realidade nas autoridades brasileiras. Escancarando o caos social carioca, mostram claramente a bobagem megalô que cerca esse planejamento das Olimpíadas.

Numa cidade embrutecida. fedida, suja, desorganizada, barulhenta, esculachada por povo e governos sucessivos, feia pra caralho quase sempre - não podemos nos esquecer que a maravilha da cidade está na natureza, não na mão do homem - e que vive (parte da zona sul, pelo menos) inebriada por um passado idílico que nunca existiu, ainda há espaço pra demagogia escrota que cerca a Copa 2014 e os jogos de 2016.

Rio, você nunca vai cair na real.

O Rio de Janeiro é um cadáver num carrinho de supermercado.

agora sim, JOSS STONE


A tentação de ser uma diva pop bateu forte no 3° disco, mas como o resultado foi uma queda na credibilidade e nenhum fã a mais, ela voltou ao bom caminho da soul music onde nada (ou pelo menos muito pouco) se inventa e o que faz acontecer é dom musical e a entrega da alma. E as vezes uma pé-na-bunda e uma cachaçada seguida de ressaca ajudam também.

Na falta de palavras para descrever o disco, link para minhas favoritas do disco:



Sexta-feira, Outubro 23

FUDEU

Paulim me passou o link deste vídeo ontem e surtei. Fiquei pensando: por que não lançam um troço foda desses em DVD oficial? Eu bem que procurei nos torrents da vida e nada...



Pois bem, o ZZ Top lançou nesta semana o DVD duplo "Double Down Live" que contém este show aí na íntegra, com 22 músicas da fase clássica do grupo (anos 70), além de shows atuais e um documentário. Em importadoras brasileiras o troço tá mais de 100 paus, mas resolvi passar no Amazon e peguei por míseros 17 doletas (o frete custou 6 dólares), e deve chegar a tempo de rolar no churrasco do dia 14. FUDEU!